azar o seu, querida.*

[por uma vida menos ordinária]

Archive for the ‘cinema’ Category

cinema, cinema, cinema.

with 2 comments

hiroshima, mon amour .
[1959]
hiroshima, mon amour.
“..tu me tues , tu me plait,tu me fait du bien.”

era uma vez no oeste.
[1968]
era uma vez no oeste.
Porque o filme preferido do meu pai não seria o filme preferido do meu pai à toa.

inland empire.
[2006]
inland empire.
Eis que nasce meu David Lynch preferido.
Não, eu não entendi nada. Mas e daí, não é mesmo minha gente?

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Written by juliana alves

fevereiro 16, 2008 at 4:13 pm

Publicado em cinema

nome próprio: teaser.

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[youtbe=http://www.youtube.com/watch?v=hiipg5Y_C6U]
from: adiós lounge.

Written by juliana alves

fevereiro 16, 2008 at 2:21 pm

Publicado em cinema, notícias, vídeos

boletim: don’t kiss me goodbye, april march, romance, john, mag e desejos de bolso.

with 5 comments

>>Trilhas sonoras são das minhas coisas preferidas em relação ao cinema. Adoro ver um filme bom, que ainda por cima me mostra uma música adorável, que eu ainda não conhecia. Às vezes, nem preciso ver o filme, o trailer já é suficiente pra me fazer querer ouvir uma certa música por um dia inteiro e só ir dormir depois de ter conseguido a dita. Foi o que aconteceu no caso de Le Scaphandre et le Papillon, indicação feita pela minha amiga Rita Prado que acabou me levando até Ultra Orange & Emmanuelle e sua fofa canção Don’t Kiss Me Goodbye.

ultra orange & emmanuelle

>> Da mesma forma, passei dois dias inteiros ouvindo a californiana April March [que também faz desenhos animados] por causa de Death Proof. É dela a versão para Laisse Tomber les Filles, de Serge Gainsbourg, que toca nos créditos finais da metade Tarantino de Grindhouse. Fico alternando entre a versão em francês e a versão em inglês e tenho um dia feliz. Menção honrosa para as capas dos discos da moça, que são todas lindas. Dá pra ver aqui.

paris in april.

>> Com quase dez mil músicas no HD muita coisa acaba não sendo ouvida com a freqüência merecida. O prêmio de redescoberta da semana vai para Out Of Season [2003], disco solo de Beth Gibbons, ex-vocalista daquela banda capaz de matar uma pessoa do coração; o Portishead. Romance é a faixa preferida da vez [You know what they say about romance/You know what they say about romance/Ever changing love that you can’t/Keep on side a parking keel/Better the thought than the feeling/It’s plain to see/All the things we suffer/From the the hands of humanity/But that ain’t me/That ain’t me/But that ain’t me/That ain’t me/And I know there’s a god inside it/Should I love your key/Adorn you/And get inside/But that ain’t me/That ain’t me/But that ain’t me/That ain’t me/And I know I may come to doubt it/But if I ever wish/I wish we could all believe/ That in this daylight world/Is a world/ Where love can be/ And I won’t ever forget it/ Cuz that ain’t me/ That ain’t me/ Cuz that ain’t me/ Well that ain’t me].

>>Sem falar na parte John Frusciante da coisa…*Suspiro.

>> “IdeiaFixa é uma revista digital internacional de fotografia, design, ilustração e artes plásticas. Seu objetivo é inspiração, visão e promover os artistas participantes. Ela é lançada mensalmente e cada edição possui um tema específico. A IdeiaFixa escolhe trabalhos que sejam contemporâneos [retrô também pode ser moderno e contemporâneo] e cosmopolitas. Trabalhos que tenham a ver com a visão atual do mundo. Não será aceito na publicação material que não condiga com o tema da edição. Esperamos que você curta. Alicia Ayala e Janara Lopes [editoras da IdeiaFixa art e-magazine]”

ideiafixa

>>E não era pra ser verão? Impressionante como esfriou nos últimos dias. Por dentro e por fora.

luiza pannunzio

[ilustração: luiza pannunzio]

Written by juliana alves

janeiro 27, 2008 at 11:16 am

sala 8.

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ou Os Últimos Filmes de 2007

1) O Amor nos Tempos do Cólera

o amor nos tempos do cólera.
A produção baseada no livro homônimo de Gabriel Garcia Márquez, estreou semana passada em São Paulo e estréia quarta que vêm aqui em The. A pré-estréia para imprensa e blogueiros BloggersCut aconteceu no comecinho do mês, em alguma sala do Unibanco Arteplex do shopping Frei Caneca. Meu amigo e jornalista P.A.Jansen, que não leu o livro, acha que o filme vai agradar especialmente mulheres [românticas] de meia idade. Quanto a mim, fiquei aliviada de o filme, apesar de estar longe de se comparar ao livro [as usual], não ser nenhuma bomba absurda e mal adaptada de uma das melhores obras do meu autor favorito. Destaque para Fernanda Montenegro, como Transito Ariza, e para a trilha sonora de Antonio Pinto, o mesmíssimo de Cidade de deus.

selo2

2) Across the Universe

across the universe 2

Minha cara Rita Prado foi quem me chamou atenção para o trailer desse filme, que conta uma história de amor através de músicas dos Beatles. Encantada pelo vídeo, e me lembrando que Moullin Rouge não era assim tão ruim afinal, ignorei solenemente o fato de o filme ser um musical [gênero que não é bem o meu preferido] e aguardei ansiosamente a estréia, acompanhando as confusões e divergências freqüentes entre a diretora Julie Taymor e o Revolution Studio [que aparentemente jamais se entenderam sobre a montagem final da película]. Odeio decepcionar [my lovely] Rita; tampouco quero tirar a empolgação de Lucy [in the sky], duas das pessoas que eu conheço que esperam pelo filme tanto quanto eu esperei, mas a tal espera, na minha modesta opinião, não vale a pena. Embora o visual do filme seja lindo, embora Jim Sturgess seja lindo, embora a cena dos morangos seja linda, embora Dana Fuchs seja linda [no papel de uma cantora que “lembra” muito Janis Joplin, e que tem um caso com um guitarrista que é a cara de Jimi Hendrix], a conclusão é que, definitivamente, eu não gosto de musicais, e que Julie Taymor peca pelo excesso de pretenso lirismo e psicodelia.

3)Death Proof

death proof 2
O meu primeiro presente de natal do ano foi um Tarantino: Kill Bill volumes 1 e 2, do meu primo querido e sancho pança, Igor Bento. O meu segundo presente de natal do ano também foi um Tarantino, e também veio de um Igor. Mas sobre Death Proof, a metade Tarantino do projeto Grindhouse [uma brincadeira para homenagear filmes de terror toscos exibidos em cinemas mais toscos ainda – as tais grindhouses – na década de 70], tudo o que eu tenho a dizer, mais uma vez, é que dedico todo o meu amor a Quentin Tarantino, e aos Igor’s da minha vida, que sabem bem como me fazer feliz.

Written by juliana alves

dezembro 22, 2007 at 3:50 pm

Publicado em bloggerscut, cinema, vídeos

nine movies and some songs.

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the darjeeling limited.

>>Faz tempo que eu tenho que escrever sobre The Darjeeling Limited, novo filme de Wes Anderson, cuja cabine para imprensa e blogueiros BloggersCut aconteceu há duas semanas[?], no Espaço Unibanco, com aquele maravilhoso café da manhã e tudo o mais. Mas não há muito mais o que dizer além da sensibilidade e beleza do filme; além do cuidado, do roteiro bem escrito a três mãos, das excelentes atuações e das situações, ora doídas, ora engraçadas, sempre tocantes. Não há muito o que dizer diante daquelas cores. Me derreto fácil diante das cores de Wes Anderson desde The Royal Tenenbaums, e fica combinado que a música da vez é Play With Fire [The Rolling Stones]. O filme estreou em São Paulo na última sexta. Chegue cedo pra ver o curta com a Natalie Portman.

>>Faz tempo que eu enrolo pra ver Jogos Mortais [fui uma admiradora de filmes de horror na adolescência], mas depois de uma amiga gentilmente me emprestar os três primeiros dvd’s da série, sem que eu nem ao menos pedisse, não pude mais evitar; assisti os três basicamente em uma sessão só e não estou bem certa sobre o adjetivo “bom”. Acontece que os finais dos filmes até são interessantes [embora essa “qualidade” diminua à medida que o número de continuações aumenta], e confesso que fiquei curiosa pra saber como Darren Lynn Bousman costurou o quarto filme [está nos cinema, alguém me convida?], já que no terceiro aparentemente se acaba tudo. Por outro lado, o vilão da série não me convenceu em nenhum momento, e se é pra comparar, perto de personagens como Dr.Hannibal Lecter e John Doe, Jigsaw me faz pensar em um grande, cruel e macabro…livro de auto ajuda.

>>Faz tempo que eu tenho quatro filmes não vistos no HD, remanescentes da minha tentativa frustrada de me dar bem com o Emule. Consegui assistir dois deles durante as minhas quase férias o super feriado prolongado de seis dias que passou por aqui na semana passada: A) A Festa Nunca Termina, filme de Michael Winterbottom [o mesmo de 9 Songs e Código 46] sobre a efervescente cena musical de Manchester nos anos 70 e 80, me foi vendido como o melhor filme do gênero nos últimos anos…tirando a cena do primeiro show do Sex Pistols e a parte que conta [ainda que superficialmente] a história do Joy Division, achei chato. Pra caralho. B) Coisas Que Nunca Te Disse, terceiro filme de Isabel Coixet, já dá mostras da sensibilidade e da dualidade de sentimentos e situações que a moça conduz com maestria em Minha Vida Sem Mim…mas confesso que com um título bom desses eu esperava mais; sem contar que a cena da lavanderia desse não chega aos pés da cena da lavanderia do outro, pronto falei [o “pronto, falei” é o novo preto, minha gente]. Anyway. Ainda me resta um Truffaut e aquele outro da mulher, o amante, não sei mais quem e o ladrão [ou qualquer coisa assim]. Quem sabe no próximo feriado.

buffalo ‘66.

>>Fazia tempo que eu não via Buffalo ’66, mas esse fim de semana me deu vontade por causa da cena das fotos [tudo mentira, por causa do Vincent Gallo como todo mundo sabe]. Em compensação, tenho medo dos filmes de vampiro com ares de cinema impressionista alemão, com participação especial de David Lynch interpretando um porteiro[?], que passam na Band de madrugada.

>>Faz tempo que eu vi Zodíaco e Ray, mas nunca falei deles por aqui porque fiquei tímida de dizer que achei um filme de David Fincher chato assim, em público, e porque não ia dar pra falar do Ray sem falar mais uma vez do quanto eu gosto de música, sem meter o meu avô no meio, sem fazer a piada da campainha e do apito pra falar da minha vontade de tocar piano e sem ser piegas. Ainda assim devo dizer que os dois valem o aluguel na locadora [ ou umas horinhas de download]. Zodíaco porque apesar de ser chato a maior parte do tempo [pronto, perdi a vergonha], tem seus momentos interessantes, e é um filme do David Fincher, pô, que pelo menos comigo tem crédito depois de Seven e Clube da Luta. E Ray [apesar de ser uma cinebiografia e do meu atrás com cinebiografias] por causa da atuação de Jamie Foxx [que é mesmo uma feladaputice] e da música, obviamente.

>>E por falar em música, faz tempo que eu quero escrever um post sobre o Last Fm [a melhor “comunidade virtual” que surgiu nesse mundo de orkut’s, facebook’s e twitter’s] e sobre as minhas “novas” bandas preferidas descobertas ou reconhecidas lá [with a little help of my friends]. Mas nessas alturas do campeonato todo mundo já deve saber das vantagens de se ter uma conta no site, então me resta sugerir, àqueles que nunca ouviram, que ouçam: Galaxie 500, Smog, Sambassadeur, The Tamborines, Math And Physics Club e Azure Ray.

>>Faz tempo que não te vejo. Quero matar meu desejo. Te mando um monte de beijo. E tudo o mais.

Written by juliana alves

novembro 27, 2007 at 1:23 pm

porque nina é minha favorita.

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*spoiler.

Written by juliana alves

novembro 26, 2007 at 8:44 am

“she was nice…she was…just a girl…”

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“…I really should go! I’ve gotta catch my ride.  So go. I did. I thought maybe you were a nut… but you were exciting.  I wish you had stayed.  I wish I had stayed too. Now I wish I had stayed. I wish I had done a lot of things. I wish I had… I wish I had stayed. I do.  Well I came back downstairs and you were gone! I walked out, I walked out the door! Why? I don’t know. I felt like I was a scared little kid, I was like… it was above my head, I don’t know.  You were scared? Yeah. I thought you knew that about me. I ran back to the bonfire, trying to outrun my humiliation. Was it something I said? Yeah, you said ‘so go’. With such disdain, you know? Oh, I’m sorry. It’s okay. Joely? What if you stayed this time? I walked out the door. There’s no memory left. Come back and make up a good-bye at least. Let’s pretend we had one. Bye Joel.I love you… Meet me…in…”

Written by juliana alves

novembro 15, 2007 at 10:23 pm

Publicado em cinema, trechos, vídeos