sala 8.
cão sem dono.
“[...] Por outro lado, me chamava a atenção um fenômeno de certa apatia entre as pessoas da minha idade e minha classe social, um excesso de possibilidades que desnorteava as pessoas, tornava tudo no mundo equivalente, e portanto igualmente desinteressante. Acho que esses foram os dois combustíveis principais que me levaram a escrever o “Até o dia em que o cão morreu”. O protagonista encarna de forma exacerbada essa apatia de uma parcela de uma determinada geração, e a relação dele com a personagem. Marcela ilustra o que eu pensava na época sobre os temas da solidão e das formas de conexão entre os seres humanos, das ligações existentes entre o amor e a ameaça da perda do objeto amado, entre o erotismo e a insinuação da morte. Pode parecer ambição demais para um livro tão curtinho, mas foi assim mesmo que o livro foi escrito: um excesso de sentimentos e alguma pressa, uma vontade de dizer tudo de forma ligeira.” [Daniel Galera, sobre o livro Até O Dia Em Que O Cão Morreu]

Vou optar por não [tentar] escrever sobre as minhas impressões e sobre todas as coisas que me passaram pela cabeça durante os 82 minutos de exibição. Basta dizer que Cão Sem Dono tornou-se, depois de Lavoura Arcaica, meu filme nacional favorito.
e eu quero só fazer constar que é o filme que mais desejo ver ultimamente.
quero sair correndo a qualquer momento…
não perco por nada nesse mundo!
Samantha Abreu
Julho 3, 2007 em 5:55 pm
jura? quer muito ver!
Ana bean
Julho 5, 2007 em 12:22 am